Sobre nós

A Celulose Riograndense, parte do grupo CMPC, é uma empresa gaúcha presente no mercado internacional de celulose de fibra curta de eucalipto. Ela conta com uma fábrica no município de Guaíba que ocupa hoje uma área de 106 hectares e investe no cultivo de florestas como fonte de suprimento de matéria-prima sustentável, a fim de produzir riquezas para o estado do Rio Grande do Sul e seus cidadãos.

Para a Celulose Riograndense, crescer com os gaúchos é mais que uma prioridade, é um compromisso. Um compromisso com quem trabalha na empresa, com os cidadãos de Guaíba e com aqueles que fazem do solo riograndense um lugar melhor para viver.

Diferenciais

99,7%

dos resíduos resultantes do processo de fabricação da celulose são reciclados.

Avançado tratamento de efluentes

o que torna uma das poucas fábricas no mundo com esta estrutura.

Mínimo impacto

na devolução do efluente tratado ao lago Guaíba.

Cogeração de energia

80% da energia necessária para produção da celulose é gerada pela própria fábrica.

Processos de Fabricação

Linha de Fibras

em breve.

Geração de Energia

A empresa gera energia para seu uso a partir de resíduos do processo de produção da celulose. Estes resíduos são queimados em uma caldeira e o vapor produzido faz as turbinas funcionarem. Assim, temos vapor e energia elétrica para suprir as necessidades da fábrica. A produção interna de energia poderia atender uma cidade de 200 mil habitantes.

Plantas Químicas

Boa parte dos produtos químicos utilizados pela Celulose Riograndense são produzidos internamente. O excedente é vendido ao mercado para os setores de tratamento de água, produtos de limpeza, plásticos, borrachas e setor alimentício.

Tratamento de Efluentes

A água para o processo de produção de celulose vem do Lago Guaíba. Depois de sua utilização, ela passa pelos tratamentos primário, secundário e terciário para ser novamente devolvida ao lago. A Celulose Riograndense foi pioneira na utilização desta tecnologia e, hoje, dentre as mais de mil fábricas de celulose presentes no mundo, menos de dez utilizam esta inovação, o que garante uma excelente qualidade ao efluente. O lodo gerado nesta planta passa por um processo de compostagem para ser, posteriormente, vendido ao mercado como fertilizante orgânico, substituindo o uso da terra preta retirada de banhados e matas.

Papel

A Celulose Riograndense dispõe de uma unidade de produção de papéis com capacidade de gerar 60 mil toneladas por ano, que atende um mercado diversificado nos segmentos de impressão e escrita.

Valores

Missão

Ofertar produtos obtidos de forma sustentável a partir de florestas plantadas, gerando benefícios econômicos, sociais e ambientais, contribuindo desta forma para o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas.

Visão

Ser reconhecida como produtora mundial de celulose e papel, pela excelência na operação de seus processos e pelo respeito às suas partes interessadas.

Política do Sistema de Gestão

A CMPC Celulose Riograndense, fornecedora no mercado mundial de celulose branqueada de eucalipto e de papel para impressão e escrita, considera que a qualidade de seus produtos e de seus serviços, providos por meio da operação e gestão sustentável de seu negócio, são fundamentais para assegurar retorno aos acionistas a partir de:

• Fornecimento de produtos e serviços voltados às necessidades dos clientes;
• Gestão orientada pela excelência operacional focada em resultados com melhoria contínua;
• Uso sustentável dos recursos naturais e operações com impactos ambientais minimizados por meio de ações de prevenção e controle;
• Atendimento à legislação, normas e compromissos assumidos formalmente pela empresa;
• Relacionamento ético e comunicação transparente com as partes interessadas;
• Promoção de um ambiente de trabalho motivador, com elevados padrões de saúde e segurança;
• Pessoas capacitadas, motivadas e aptas a atuar eficazmente conforme as estratégias da empresa;
• Desenvolvimento e aplicação de tecnologias que garantam inovação e competitividade.

Certificações

ISO 9001:2008

Esta norma traz um conjunto de requisitos orientados para o controle dos processos produtivos da empresa, de modo a garantir a previsibilidade de resultados e a satisfação dos clientes. A mais famosa das certificações é um controle que julga as normas técnicas de uma empresa para atestar sua qualidade.

NBR 14790:2007

A norma NBR 14.790 é uma série que traz alguns requisitos de rastreabilidade para assegurar que as matérias-primas que constituem o produto final (celulose e papel) sejam oriundas de uma plantação florestal certificada de acordo com os requisitos da NBR 14.789.

NBR 14789:2007

A NBR 14.789 reúne cinco Princípios para condução do Manejo Florestal focado na busca da sustentabilidade. Estes princípios são desdobrados em critérios e indicadores para gestão das plantações florestais e abrangem o cumprimento de toda a legislação ambiental e trabalhista; o uso racional dos recursos naturais, o zelo pela diversidade biológica, o controle dos impactos ambientais e o esforço em prol do desenvolvimento sócio-econômico das regiões onde a atividade é desenvolvida.

ISO 14001:2004

A ISO 14.001 tem seu foco na identificação dos aspectos e impactos ambientais dos processos produtivos, determinando que a empresa defina uma Política de Gestão Ambiental e mecanismos para prevenção e mitigação de impactos.

POLÍTICA DE COMPRA DE MADEIRA

A CMPC Celulose Riograndense, preocupada em assegurar, de todas as formas, a origem da matéria-prima utilizada em seus processos produtivos, estabeleceu uma Política para Compra de Madeira.

Compromisso Público

A CMPC Celulose Riograndense ao executar suas operações de manejo florestal, considera aspectos ambientais e sociais, assim como foca viabilidade econômica, tendo em vista o abastecimento de madeira para fábrica de celulose situada no município de Guaíba - RS.

CMPC

Fundada no ano de 1920, a CMPC é pioneira no Chile na fabricação de celulose e papel. Trata-se de uma das principais empresas na área florestal na América Latina e está presente em mais de 50 países nos 5 continentes.

Com mais de 25 fábricas, conta com aproximadamente 8 mil colaboradores operando em 5 áreas de negócios, através das seguintes empresas: CMPC Florestal, CMPC Celulose, CMPC Papéis, CMPC Tissue e CMPC Produtos de Papel.

A Companhia possui fortes laços com seus clientes ao redor do mundo e tem uma rede de comercialização de exportação diversificada que atinge mais de 200 clientes em 30 países.

A CMPC tem como premissa desenvolver um trabalho de maneira comprometida e responsável, através da geração de empregos, proporcionando rentabilidade aos seus acionistas, fabricando produtos de qualidade, educando e capacitando seus colaboradores e parceiros, sem nunca descuidar do meio ambiente.

Todos estes aspectos fazem da CMPC uma empresa desejada e muito respeitada em todos os países onde atua.

História

1968

A Borregaard tem seu primeiro plantio de eucaliptos, executado pela comissão técnica da empresa Noreno do Brasil.

1970

A Borregaard adquire a fazenda Barba Negra, no município de Barra do Ribeiro, com mais de 10 mil hectares para formação de florestas.

1972

No dia 16 de março, a Borregaard inaugura oficialmente a planta industrial de Guaíba.

1974

Interrupção da produção por um período de 100 dias, para instalação de avançados equipamentos tecnológicos com o objetivo de reduzir os impactos ambientais oriundos do processo fabril.

1975

O controle acionário passa para Sulbrasileiro/Montepio da Família Militar. Em 23 de dezembro, a razão social passa a ser Rio Grande Companhia de Celulose do Sul - Riocell

1978

Em novembro, assumem dois novos acionistas: BNDES e Banco do Brasil.

1982

Em 10 de março, mudança na razão social e no controle acionário: Riocell S.A. passa a ser controlada pela holding KIV Participações, formada pelos grupos privados Klabin, Iochpe e Votorantim. Ano que também inicia a chamada “fábrica nova”, formada por uma caldeira de força (carvão), uma unidade de branqueamento de polpa, uma máquina de secagem de celulose e uma unidade de produção de dióxido de cloro.

1985

Em dezembro, é concedida aprovação para compra da Unidade de Produção de Papel junto ao Grupo De Zorzi.

1990

Montagem de uma unidade de deslignificação.

1992

Montagem de uma unidade de produção de Cloro e Soda.

1993

Conquista da certificação ISO 9002.

1995

Iochpe aliena a totalidade de suas ações para os fundos de previdência privada PREVI (Banco do Brasil) e PETROS (Petrobras).

1996

Conquista da certificação ISO 14001.

2000

Klabin integraliza 100% do controle acionário da empresa e razão social muda para Klabin Riocell S.A.

2002

Em razão da classificação por ramo de negócio, a empresa passa a integrar o segmento Celulose da Klabin S.A. Execução do Projeto Riocell 2000, com a instalação de uma nova Caldeira de Recuperação, Evaporação e melhoria nas áreas ambiental e expansão produtiva de 300 mil para 400 mil toneladas anuais de celulose.

2003

Grupo Klabin anuncia, no mês de maio, a venda da Riocell para a Aracruz Celulose.

2004

A denominação da empresa passa a ser Aracruz Celulose S.A.

2008

Lançamento da Pedra Fundamental do Projeto de Expansão para 1,8 milhão de toneladas por ano.

2009

Assinatura, no mês de outubro, do compromisso de venda da Unidade Guaíba entre Aracruz Celulose e CMPC. Em 1º de dezembro iniciam as operação como CMPC Celulose Riograndense.